Quando te vi, dois sábados pós fim, olhei seus olhos por alguns instantes. Eles estavam tão felizes, eles estavam tão verdes e eles estavam tão livres.
Partiu num sábado a noite. Deixou comigo seu cheiro, seu gosto, seus modos, suas pernas e bunda. Nem quis saber como fiquei. Nem se importou com a minha morte, com o sal escorrendo pela face e molhando a boca. Molhou a boca com o resto, com a sobra, com o que ficou de nós... com o que restou de mim [...]