quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Jaz [Introdução]

"Me cheira como se eu fosse Tanqueray."

Eu apenas disse adeus com palavras, morri uma centena de vezes depois que você se foi e continuo de luto.
Me enganei como sabia que me enganaria...
Eu tentava transformar um sonho cremado prematuramente em algo com o nosso antigo brilho. Impossível.


(...) não olhei, deixei partir, rolou pelo meu rosto todos os resquícios frios e salgados de um amor que chegou ao fim.
Aqui, no fundo do meu peito, jaz os nossos momentos.
 
Autores dos rabiscos: eu e Nadine (obrigado por me ajudar a ultrapassar mais esse obstáculo, obrigado por estar presente nesse momento cinza e turvo, obrigado por comprar minha idéia e fazer parte dos meus dias, sou seu fã).

Antes disso: Despedida [Prólogo] (I)
Depois disso: Primeiro vazio (III), Segundo vazio (IV)



7 comentários:

Luna Sanchez disse...

Nessa onda do politicamente correto, a gente acaba acreditando que pode reciclar tudo. Ilusão. Relacionamentos, por exemplo, quase nunca ficam bons depois de reinventados. Podemos tentar melhorar enquanto eles ainda estão em vigor, mas retomá-los quando já foram revogados, não satisfaz.

Pelo menos as minhas experiências nesse sentido foram frustradas.

Beijos pra vocês. Gosto dos dois, gosto da parceria.

;)

Eder Fabricio disse...

Concordo Luna. Perdem o encanto... mas é tão desesperador ver a pessoa amada partindo, que sempre luto para ter mais um pouco do pouco que sobrou.
Realmente nunca dá certo! Fiz a última tentativa em julho. =/

Beijos =D

. Nadine disse...

Amo sua intensidade, sua forma de escrever, os detalhes. Amo ser sua amiga, compartilhar segredos, te ouvir. Amor ler você, no blog e na vida.

Eder Fabricio disse...

Nadine... puxa... estou assim pasmo e com um sorriso de orelha a orelha com o seu comentário.
Eu também amo ler você, no blog e na vida.
Obrigado pelo carinho, fico muito contente com suas palavras.
Beijos

RAFAEL disse...

Belo texto...cabe em tantos contextos...

otimo blog o seu..

abraço

Dani disse...

Tudo vale a pena quando a alma não é pequena...
Já dizia Fernando Pessoa e a tua alma pode ser tudo menos pequena,muito pelo contrário,ela ao meu ver é imensa...
Acho que foi tudo muito válido,apesar dos dias cinzas que vieram depois,penso que quando eles passarem tudo se tornará cor...tudo terá um outro brilho.O brilho de cada acorde que ficou gravado na mente e no coração,das aventuras,da cumplicidade mesmo em tão pouco tempo e mais do que tudo...O brilho de libertar quem a gente ama,pq é assim que funciona,não é o que dizem:Quem ama deixa livre...
E que venha a primevera,com suas cores e sabores tão intensos,quarde o doce sabor da lembrança meu caro e isso irá aquecer seu coração,morrer é bom nós faz renascer...
Linda Erllen,bendito o momento em que eu cai pra dentro de ti e levei o Eder junto...

Eder Fabricio disse...

Rafa, já estou seguindo seu blog cara. Só consegui ler 1 texto e digo que achei incrível. Parabéns!

Dan minha amoura... você é tão essencial pra mim. Estaria perdido sem seu apoio, sem suas palavras.
"E que venha a primavera,com suas cores e sabores tão intenso! Guarde o doce sabor da lembrança meu caro e isso irá aquecer seu coração. Morrer é bom... nós faz renascer..." ADOREI.
Te amo, minha querida.