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terça-feira, 20 de maio de 2014

Intimidade: Prós e Contras

As pessoas desancam o casamento. Dizem que o amor mingua, que o sexo começa a rarear, que a rotina é acachapante. Dizem, dizem, mas as pessoas seguem casando e mantendo-se casadas por quilométricos anos. Qual é a boa dessa história? Uma joia chamada intimidade. Íntimos, muitos acreditam, são duas pessoas que possuem relações físicas e emocionais entre si. É bem mais que isso [...] 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Esse texto é pra você

Descobri um sorriso sem jeito. Um apego com endereço. Um beijo que não deixa minha boca. Que não desgruda. Se gruda. Me gruda em ti. Me leva pela mão e me mostra um jeito de ser sua. Me diz que o mundo é essa leveza que sinto com você e que não há nada de errado nisso. Me abraça e deixa o tempo lá fora passar, enquanto, aqui dentro, no meu coração faz verão [...]

domingo, 16 de março de 2014

E se houver tempo?


Se houver tempo... 
Mostrar-lhe-ia meu sorriso secreto.
Tomaria um café sentada em seu colo.
Dividiria contigo a saudade quando eu não conseguisse carregá-la por muito tempo [...]

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

A primeira vez que

O pêndulo do relógio, metodicamente dançava da esquerda para a direita, depois da direita para a esquerda. Ela andava pela sala inteira, percorria todos os espaços, assim como quem dança uma valsa no meio do salão de festas. A trilha sonora era o seu coração aflito, o tiquetaquear ritmado em dó. Era de madrugada e a única companhia era a TV [...]

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Quase


Ninguém nunca bateu no meu ombro em uma mesa de bar para dizer sobre a dor de amar. Em nenhuma festa manifestaram como é dizer adeus a alguém que se ama.
Perdi todas as contas que fiz: Quantos dias ficamos juntos, quantos dias estamos longes, quantos quartos dividimos, quantos cafés tomamos (o seu sempre com adoçante e o meu com afeto, com açúcar), quantas vezes te peguei no seu apartamento ou quantas vezes você me pegou em casa [...]

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Universo Paralelo

Universo Paralelo segundo Rafael Linhares

Sabe aqueles textos descomprometidos que começamos a ler por acaso e a leitura interessa porque remete a alguma coisa que já vivemos?

domingo, 4 de dezembro de 2011

Meu bem, ou será meu mal?

Quando te toco meu corpo inteiro te convida, desde os dedos dos pés aos fios de cabelos, e não adianta fingir meu bem, a recíproca é verdadeira, vejo nos seus olhos.

Ela de repente não estava mais ali. O vento irônico, que às vezes sopra para longe momentos e pessoas, também nos surpreende. Sopra por vezes, momentos e pessoas que se foram um dia, para perto de nós, assim, como um bumerangue que voa alto ou rasante, existe um momento que ele faz a curva e retorna para o ponto de partida. O vento trouxera o cheiro familiar que ele carregava, amadeirado... trouxe lembranças e sensações.

sábado, 5 de novembro de 2011

Amor de aquário

Um coração começando a derreter... ou prestes a congelar?
Tipo nossa relação onde um não pára de sofrer porque o outro se recusa a amar.

Gêmeos
Naquele sábado eu preparei, metodicamente, tudo para ele, lavei o carro, deixei em stand by o CD da Amy com sua música preferida (clique e se misture: Amy Winehouse), assim era só apertar o play quando ele entrasse, a camiseta era nova e bem passada, usei o melhor perfume, comprei chocolates suíços e escrevi um cartão com umas 15 linhas de declaração (onde convulso a idéia dele ser só meu).

sábado, 29 de outubro de 2011

Terceiro vazio

"Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e os maus momentos, 
passe por tudo que tiver que passar, não se economize. Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade. Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo.
 Isso é o que libera a gente para ser feliz de novo." Martha Medeiros

O terceiro vazio foi o pior. Foi o vazio do 'adeus'... foi o vazio do 'recomeçar sem você'.
Deu-me raios de sol e partiu numa tarde nublada.
Eu não queria acordar. Eu tinha dúvidas e medos. É tão trabalhoso recomeçar do zero, contar tudo novamente: sonhos, metas, o que gosto e o que não gosto. Na verdade tinha preguiça de recomeçar.
Você costumava ser legal, o que aconteceu? Tantas perguntas sem respostas. Quem vai me trazer de volta?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Segundo Vazio

Faz de conta que nada foi dito. Podemos pular esse dia, não podemos?

Ele tinha os olhos fundos e tristes, estavam vazios a quase um século (podia acreditar facilmente nisso).
"-Bola pra frente piá! Erga a cabeça!" ou "-Quero o melhor pra ti, então fique bem... pare de sofrer!" Ouvia constantemente dos amigos.
O segundo vazio chegou mais intenso e doloroso (doía a alma), foi quando o guri sentiu saudade do cheiro, do sorriso, do olhar, da voz. Foi nessa época que ele sentiu saudade do toque, do abraço... sentiu saudade de se ancorar na guria.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Primeiro Vazio


O piano não trazia mais suas belas melodias, os sonhos do guri estavam picados como papéis velhos e sem importância, os olhos estavam úmidos, turvos e distantes, de tantas ilusões e decepções. Tudo se tornou cinza e gelado. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Jaz [Introdução]

"Me cheira como se eu fosse Tanqueray."

Eu apenas disse adeus com palavras, morri uma centena de vezes depois que você se foi e continuo de luto.
Me enganei como sabia que me enganaria...
Eu tentava transformar um sonho cremado prematuramente em algo com o nosso antigo brilho. Impossível.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Do seu lado da cama

Através do vidro da janela do ônibus, ele observava a cidade. Era final de inverno e a temperatura era mais gelada do que de costume. Todos com inúmeras peças de roupas, cachecóis azuis, moletons coloridos, toucas cinzas, luvas pretas e marrons, botas e casacos vermelhos, e todas as outras cores que couberem na sua aquarela. Coloridos que se contrastavam com o cinza do céu. Uma certeza que tinha, era a de que no inverno tudo se tornava mais bonito.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Despedida [Prólogo]

Eu odeio o peso que a despedida causa em mim,beberia Stella e Mojito até o céu girar e mudar de cor.

O primeiro vazio chegou acompanhado de agosto. Guardaria as mágoas entre os livros e as besteiras, mas sozinho não era possível, eu precisava de ajuda para isso. Continuei pedindo... pediu uma mão e depois a outra (...)