segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Trevo de 3 folhas

Clique e misture-se a banda mais bonita da cidade.

Ao fechar a porta, não fez cerimônias e nem se importou com boas condutas, tudo isso ficou lá fora. Sentou na cama e soltou os cabelos, desprendeu os cachos em um ritmo que o deixou entorpecido e visivelmente excitado (ela percebeu pelo volume na calça -o botão da calça parecia querer explodir- algo ali de dentro estava preste a entrar em erupção).
Ele se aproximou, com cara de safado e desejo, branco e com os cabelos bagunçados. Segurou-a pela nuca e beijou-lhe a boca de uma maneira que ela não havia experimentado ainda.
Se certificou das janelas estarem devidamente fechadas e com as persianas ocultando os enlaces. 
Desabotoou os botões da camisa dele, um por um, e adorou o que viu. O abdômem era duro como uma pedra, ela conferiu com as mãos e depois subiu até o tórax. Lambeu para provar. Enfiou, sem pudor, as mãos por dentro da cueca listrada e não se poupou de fantasiar, não se poupou de praticar seus desejos mais ardentes guardados a 7 chaves.
Ele olhava o que a moça fazia, era notório o seu prazer. Sorria com cara de sacana, quase implorando para ela não tirar nenhum milímetro da boca.
Tirou a roupa e o esperou na cama com as pernas cruzadas.
Ele não poupou esforços, se portou como ela esperava. Um verdadeiro gentleman, com oscilações em canalhices e performances de astro pornô. Houve pornografias sussurradas e mordidas ao pé do ouvido.
Doces deletérios escorreram por seios e boca, aos corpos quentes, suados e em delírios.
A bailarina cansou de dançar, estava exausta. As sapatilhas estavam jogadas num canto qualquer do palco. Correu para o banheiro, lavou dentre outras partes o rosto, estava com pressa e satisfeita.
Enquanto se vestia, avulsa, o olhava vestir a cueca (dessa vez uma branca). Antes do próximo gesto, que seria vestir a camiseta e a bermuda,  o puxou para perto de si. Se misturou ao frontal do moço. Pegou-lhe com as unhas pela cueca, apertou-lhe a bunda com as mãos, depois cheirou e beijou seu membro, antes  de misturá-lo a duas notas azuis dobradas,  tiradas do porta níquel de oncinha. Retornou até o espelho, se olhou pela última vez, passou por ele com um salto alto vermelho que a deixava linda, arrumou os cabelos com os dedos e despediu-se.
(...)

Depois disso: O que será que será?! (II)


6 comentários:

Luna Sanchez disse...

Foram duas horas, Eder?

Pergunto porque me interessei por contabilizar o prazer...Me pareceu bom, hein?

Rs

Um beijo em ti.

Marcela Alves disse...

Nossa. Perfeito Eder.
Essas noites loucas.. ahuahauahu

Beeijo

SilverLux (Éverton) disse...

rsrsrsrs... fantástico! Me vi um tanto nesse texto... rsrsrs... abraços amigo!!!

. Nadine disse...

É de dar água na boca, hm.

Muuuito bom esse doce deletério.

Beijo.

Eder Fabricio disse...

Luna eu acho que não... rs mas pela satisfação da moça acho que valeram cada centavo. rs Beijos.

Marcela, foi uma noite louca? rs se você está dizendo.. rs Beijos.

Éverton que bom que se identificou. Abraços.

Nadine, rs um tantão abusada ela não? Beijos

Surrender... disse...

Que delícia, amo dos seus sabores mais doces aos mais apimentados, deliro com eles.
Me vi linda e loura neste texto, adotei os cachos como se fossem os meus e neste momento penso em comprar saltos vermelhos pra combinar com o batom de Mallú.
rs...
Delicioso texto...